As moscas voam ao redor da lixeira. Eu volto ao passado.
Peguei o ônibus, para lá voltei.
Mentes vivas esperam, roupas se molham, minha vida se encaixa.
O coração finalmente se acalma.
As moscas morrem logo.
O lixo logo será recolhido, e o passado será visitado como se nunca tivesse sido.
Transformando tudo, transformando minhas noites negras com um pouco de azul... poemas? Não sei, vamos ver no que vai dar!!
sábado, 25 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Erros II
Às vezes erramos, deturpamos as coisas, ou as transformamos em nossas mentes para que se tornem mais confortáveis para nós. E o que fazer quando isso se torna repetitivo... e contraditório, e quando ao mesmo tempo que as coisas se distorcem elas se estabilizam e você às enxerga com toda a clareza?
E aí?
O que fazer?
E quando você tenta com todas as suas forças ser feliz dentro de você, quando você busca a paz no seu espírito, aliás..e quando você simplesmente não busca nada, deixa as coisas fluirem e tudo o que você consegue é desespero?
E quando você tem um minutinho de paz, respira fundo, sente seu corpo alinhar-se, mas logo percebe que aquilo durou apenas míseros segundos?
E quando você tem a sensação que todo o esforço que você fez não valeu de nada... mas aí olha para trás e o que consegue ver é você mesmo a procura de ser alguém melhor, aí você sente orgulho de si ... mas logo em seguida você olha onde chegou, e vê que está no mesmo lugar, debaixo da mesma árvore.
São erros, muitos erros... estou aqui para errar? sim porque cometo muitos... e o pior é que muitos deles só eu sei que os estou cometendo.
Erros, será que estou certa em saber que estou errada?
Estou perdida em mim.
E aí?
O que fazer?
E quando você tenta com todas as suas forças ser feliz dentro de você, quando você busca a paz no seu espírito, aliás..e quando você simplesmente não busca nada, deixa as coisas fluirem e tudo o que você consegue é desespero?
E quando você tem um minutinho de paz, respira fundo, sente seu corpo alinhar-se, mas logo percebe que aquilo durou apenas míseros segundos?
E quando você tem a sensação que todo o esforço que você fez não valeu de nada... mas aí olha para trás e o que consegue ver é você mesmo a procura de ser alguém melhor, aí você sente orgulho de si ... mas logo em seguida você olha onde chegou, e vê que está no mesmo lugar, debaixo da mesma árvore.
São erros, muitos erros... estou aqui para errar? sim porque cometo muitos... e o pior é que muitos deles só eu sei que os estou cometendo.
Erros, será que estou certa em saber que estou errada?
Estou perdida em mim.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Observações
Nos meus pés doloridos eu trago os fluidos do passado.
eles me seguiram e agora tornam-me turva.
Olhos pequenos, mente aberta, coração apertado.
Já não me machucam os sapatos apertados.
Não quero ouvir motivos ou respostas.
Preciso aprender a ler o silêncio.
Não tenho mais dúvidas.
Sentimentos aleatórios, dores constantes,
Vontades me cercam, minhas mãos tremem.
Olhos pequenos, mente aberta, coração queimando.
eles me seguiram e agora tornam-me turva.
Olhos pequenos, mente aberta, coração apertado.
Já não me machucam os sapatos apertados.
Não quero ouvir motivos ou respostas.
Preciso aprender a ler o silêncio.
Não tenho mais dúvidas.
Sentimentos aleatórios, dores constantes,
Vontades me cercam, minhas mãos tremem.
Olhos pequenos, mente aberta, coração queimando.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Hoje
Hoje as árvores se pintaram de um verde escuro sombrio,
Elas me enganaram, hora elas eram verdes, hora elas eram cinzas.
A noite tinha um céu hora nublado e logo depois aberto com a lua brilhando.
Ela me enganou.
A chuva que caía intermitentemente também me enganou, elas caíram em mim, hora quentes, hora frias.
As pessoas caminhavam nas ruas, hora apressadas, hora lentas.
Hoje, eu olhei a minha volta e tentei gravar tudo que via.
As luzes, os sons, as cores que as luzes fabricavam.
Hoje eu me encontrava na rua, e era confortável!
Hoje tentei não ter ninguém, hoje tentei não ter você.
hora convicta hora em dúvida... mas sem você!
Elas me enganaram, hora elas eram verdes, hora elas eram cinzas.
A noite tinha um céu hora nublado e logo depois aberto com a lua brilhando.
Ela me enganou.
A chuva que caía intermitentemente também me enganou, elas caíram em mim, hora quentes, hora frias.
As pessoas caminhavam nas ruas, hora apressadas, hora lentas.
Hoje, eu olhei a minha volta e tentei gravar tudo que via.
As luzes, os sons, as cores que as luzes fabricavam.
Hoje eu me encontrava na rua, e era confortável!
Hoje tentei não ter ninguém, hoje tentei não ter você.
hora convicta hora em dúvida... mas sem você!
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